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Medo

Coração acelerado, respiração irregular, corpo imóvel, mente a imaginar.

A janela estava fechada, o que impossibilitava de o vento poder a porta balançar.

Como uma pequena criança, a garota se refugiou em seus lençóis e fechou os olhos o mais apertado que pode, esperando como uma pequena garotinha, o medo ir embora. Após o que pareciam horas, o barulho não cessava então se levantou e se aproximou da porta, com o intuito de fechá-la.

Fechou-a então e voltou para seu refugio de lençóis, tentando dormir, para ter então seus sonhos infantis, onde não havia nada do mundo real, não havia cobiça, medo ou terror. Era tudo em base da alegria, daqueles que amavam e jamais sentiam a dor.



•••



Oi gente, eu sei, eu sei que sumi. É que realmente a inspiração parece que foi viajar pra bem longe e demorou bastante pra voltar. Não tenho lá muitas novidades, o que posso dizer é que minha professora de artes adorou minha tela, mas disse que só vai me devolver ano que vem T.T Aviso que mudarei o layout de novo, este está me dando nos nervos. E acho que postarei bastante hoje e amanha, a fim de recuperar um pouco o grande tempo que passei sem postar absolutamente nada.

Beijos.

4 comentários:

Nati Pereira disse...

Tava muuuuito sumida mesmo. exatamente 10 dias (:, mas é bom as vezes. beijos

Anônimo disse...

Obrigada pela visitinha no meu blog, gostei bastante daqui.
mas como faço para te seguir?


bjs linda.

Qualquercoisa disse...

Adorei a forma como escreve...bem interessante...Medo? Bem, é normal, para que saibamos quando nos sentirmos segurors...

Abração...

Escritora X, disse...

Bonito seu texto, lembrei da minha infância, eu me protegia com as cobertas.